Vídeo recebido de uma amiga. A força da mensagem dispensa comentários.
terça-feira, 22 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Vá para fora cá dentro
Desenvolvendo a qualidade de vida dos portugueses e o turismo.
Ministério da Justiça avança com estabelecimento Prisional de Lisboa e Vale do Tejo
O Ministério da Justiça, através do Instituto de Gestão Financeira e de Infra -Estruturas da Justiça, vai proceder à construção do novo Estabelecimento Prisional de Vale do Tejo. O anúncio, realizado em conferência de imprensa há dois anos, foi publicado hoje em Diário da República.
“Esta medida pretende localizar na freguesia de Fazendas de Almeirim, no concelho de Almeirim, um estabelecimento prisional moderno, com capacidade de resposta global e integrada aos novos desafios que se colocam no âmbito da execução de penas e medidas privativas da liberdade”, lê-se na Resolução do Conselho de Ministros n.º 45/2010.
O Estabelecimento Prisional de Lisboa e Vale do Tejo, estimado em 120 milhões de euros, terá capacidade para acolher uma população de entre 800 a 900 reclusos e de 300 a 400 funcionários, entre guardas e administrativos, avançava, há dois anos, Manuel Bastos Martins, presidente da Junta de Freguesia de Fazendas de Almeirim.
A obra vai ser construída numa parcela da Herdade dos Gagos, propriedade da Junta de Freguesia de Fazendas de Almeirim com perto de 570 hectares, localizada junto às povoações de Paço dos Negros e Marianos.
"in BPIonline".
Ministério da Justiça avança com estabelecimento Prisional de Lisboa e Vale do Tejo
O Ministério da Justiça, através do Instituto de Gestão Financeira e de Infra -Estruturas da Justiça, vai proceder à construção do novo Estabelecimento Prisional de Vale do Tejo. O anúncio, realizado em conferência de imprensa há dois anos, foi publicado hoje em Diário da República.
“Esta medida pretende localizar na freguesia de Fazendas de Almeirim, no concelho de Almeirim, um estabelecimento prisional moderno, com capacidade de resposta global e integrada aos novos desafios que se colocam no âmbito da execução de penas e medidas privativas da liberdade”, lê-se na Resolução do Conselho de Ministros n.º 45/2010.
O Estabelecimento Prisional de Lisboa e Vale do Tejo, estimado em 120 milhões de euros, terá capacidade para acolher uma população de entre 800 a 900 reclusos e de 300 a 400 funcionários, entre guardas e administrativos, avançava, há dois anos, Manuel Bastos Martins, presidente da Junta de Freguesia de Fazendas de Almeirim.
A obra vai ser construída numa parcela da Herdade dos Gagos, propriedade da Junta de Freguesia de Fazendas de Almeirim com perto de 570 hectares, localizada junto às povoações de Paço dos Negros e Marianos.
"in BPIonline".
Desconfiança entre os bancos persiste
"As taxas Euribor têm subido na generalidade dos prazos desde Abril, a reflectir a tensão que se vive no mercado de dívida europeu. A incerteza quanto à exposição dos bancos à dívida que incorre em risco de incumprimento ou de reestruturação está a deixar os bancos reticentes em financiarem-se uns aos outros, impulsionando as taxas que eles cobram para se financiarem mutuamente." in Bpi online de hoje. Quando os bancos desconfiam uns dos outros... Eles lá saberão porquê.
Camões, Eça de Queirós, José Régio... Portugal terá emenda?
Soneto de José Régio
Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.
Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.
E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,
Também faz o pequeno sacrifício
De trinta contos só! por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.
JOSÉ RÉGIO
Soneto escrito em 1969 no dia de uma reunião de antigos alunos.
Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.
Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.
E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,
Também faz o pequeno sacrifício
De trinta contos só! por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.
JOSÉ RÉGIO
Soneto escrito em 1969 no dia de uma reunião de antigos alunos.
sábado, 19 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Pedradas no charco
Têm sido poucos aqueles que ao longo dos anos assumem as suas convicções e têm a coragem de criticar o que entendem está mal no nosso País, enfrentando o status quo vigente. Medina Carreira tem sido um raro exemplo de lucidez e coragem. Outros vão dando expressão ao seu descontentamento e desencanto. Entre tantos outros, relembro Ana Gomes, Marinho Pinto, Marcelo Rebelo de Sousa, Manuel Alegre, Pacheco Pereira, João Cravinho e José Maria Martins. Hoje, Pacheco Pereira assumiu sozinho na Comissão Parlamentar de Inquérito no caso PT/TVI, uma declaração de voto contundente relativamente ao Primeiro Ministro e onde conclui: "O primeiro-ministro mentiu". Recentemente, o mediático advogado José Maria Martins foi demolidor com o Deputado Ricardo Rodrigues. Aqui ficam os links:
http://ww2.publico.pt/Pol%C3%ADtica/pacheco-pereira-conclui-o-primeiroministro-mentiu_1442509
http://jose-maria-martins.blogspot.com/2010/03/portugal-um-pais-cheio-de-tiranetes-de.html
http://ww2.publico.pt/Pol%C3%ADtica/pacheco-pereira-conclui-o-primeiroministro-mentiu_1442509
http://jose-maria-martins.blogspot.com/2010/03/portugal-um-pais-cheio-de-tiranetes-de.html
A nomeação de Mário Lino e a evocação de Eça de Queirós
Não fora o falecimento de José Saramago e provavelmente a notícia do dia (o relatório da Comissão de Inquérito sobre a TVI nesta fase já é entretenimento) seria a nomeação do ex-Ministro das Obras Públicas, o Eng.º Civil Mário Lino, para presidente do conselho fiscal das companhias de seguros do grupo Caixa Geral de Depósitos, que era ocupado pelo falecido Saldanha Sanches. A notícia pode ser lida na íntegra no Jornal de Negócios em http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=430805.
Impávido e sereno, o País mergulhado em profundíssima crise, fede numa podridão que alastra. Veio-me então à memória, um texto escrito por Eça de Queirós em 1871 e que transcrevo:
"Portugal está perdido. O país perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada. Os carácteres corrompidos. A prática da vida tem por única direcção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido. Não há instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Ninguém crê na honestidade dos homens públicos. Alguns agiotas felizes exploram. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente. O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências. Diz-se por toda a parte, o país está perdido."
Impávido e sereno, o País mergulhado em profundíssima crise, fede numa podridão que alastra. Veio-me então à memória, um texto escrito por Eça de Queirós em 1871 e que transcrevo:
"Portugal está perdido. O país perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada. Os carácteres corrompidos. A prática da vida tem por única direcção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido. Não há instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Ninguém crê na honestidade dos homens públicos. Alguns agiotas felizes exploram. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente. O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências. Diz-se por toda a parte, o país está perdido."
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Sector bancário europeu em graves dificuldades!
"De acordo com o divulgado pelo Jornal de Negócios, José González-Paramo, membro da Comissão Executiva BCE, referiu hoje que o sector bancário da Zona Euro irá defrontar-se com enormes necessidades de financiamento nos próximos anos. O mesmo terá revelado que os 20 maiores grupos bancários da Zona Euro têm cerca de 800 mil milhões de euros de dívida de longo prazo que tem de ser refinanciada entre Maio de 2010 e o final de 2012." in Millennium investment banking
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Ainda o défice português (o real)...
"A CP Carga, uma sociedade anónima do grupo CP criada em Agosto do ano passado, chegou ao fim de 2009, após cinco meses de actividade, com 14 milhões de euros de prejuízo. Actualmente, a empresa já consumiu os seus capitais próprios, pois os resultados líquidos negativos já ultrapassam os cinco milhões de capital social mais os 15 milhões de prestações acessórias com que iniciou a sua actividade. "
In o "Público" de hoje. Para ler a notícia completa: http://economia.publico.pt/Noticia/cp-carga-ja-esta-em-falencia-tecnica_1441756;
In o "Público" de hoje. Para ler a notícia completa: http://economia.publico.pt/Noticia/cp-carga-ja-esta-em-falencia-tecnica_1441756;
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Défice 9,4%? O verdadeiro monstro é bem maior...
Metro do Porto. Situação financeira "insustentável"
02.06.2010 - Informação in "Net Centro"
Tribunal de Contas arrasa contas da empresa e aponta o dedo ao Estado, que não cumpre as indemnizações devidas
A situação financeira da Metro do Porto (MP) é calamitosa, mas o Estado tem muitas culpas no cartório. Segundo a auditoria do Tribunal de Contas (TC), ontem divulgado, o Estado tem atribuído à empresa indemnizações compensatórias tardiamente e muito aquém do necessário para fazer frente aos défices de exploração.
Os tarifários praticados pelo MP, balizados pelo Estado, são insuficientes para cobrir os custos de funcionamento do metro ligeiro, daí resultando défices anuais de exploração que não são compensados pelas indemnizações atribuídas. Isto obriga a empresa a recorrer de forma sistemática ao endividamento para fazer frente à operação. Em 2007, as indemnizações compensatórias do Estado ao Metro do Porto foram de 10,7 milhões de euros, o valor mais alto de sempre, e só cobriram 11,2% do défice operacional do ano. Consequentemente, a exploração do sistema tem tido resultados operacionais cada vez mais negativos, com o défice operacional acumulado entre 2003 e 2007 a chegar a 243,4 milhões de euros.
Insustentável Para o TC, a Metro do Porto apresenta "uma preocupante situação deficitária", constituindo-se como empresa "descapitalizada que regista um crescimento exacerbado da dívida". Por este caminho, diz o TC, a situação económica e financeira pode tornar-se "insustentável". O facto de a construção e o funcionamento do metro assentarem sobretudo no endividamento é uma das explicações propostas pelo TC, para quem o recurso à dívida "deve ser contido dentro de limites razoáveis e comportáveis" para não pôr em causa "os parâmetros de qualidade" do serviço. O TC revela que entre 2003 e 2007 a Metro do Porto tinha acumulado resultados líquidos negativos de 402,7 milhões. Excluindo prestações relativas a subsídios ao investimento, em 2007 a empresa "estava em falência técnica, consequência da perda total do capital próprio - que era superior a 401 milhões. A conclusão do TC é clara: em 2007 a Metro do Porto "já havia perdido o seu capital social mais de 80 vezes".
Segundo a auditoria, "a empresa, com a anuência dos accionistas, contabilizou incorrectamente subsídios ao investimento, o que empolou o capital próprio, mantendo-o artificialmente positivo até 2007". O passivo remunerado da MP totalizava em 2007 1,6 mil milhões de euros, 1,2 mil milhões dos quais respeitantes a endividamento bancário de médio e longo prazo - o que levou a que os custos com o financiamento chegassem a 217,6 milhões.
Subconcessões Ontem, o presidente da Metro do Porto adiantou que terão de ser tomadas decisões para recuperar a empresa, dizendo, no entanto, não estar em condições de divulgar propostas. No dia em que foi à Câmara do Porto apresentar a segunda fase das obras (que inclui ligações a Vila d'Este, em Gaia, e a S. Mamede de Infesta, em Matosinhos, a linha do Campo Alegre e Valbom, em Gondomar), Ricardo Fonseca admitiu que a subconcessão destas linhas é um dos caminhos para conter o endividamento. Apesar da crise e dos cortes que o governo tem promovido, "não temos qualquer sinal de alteração relativamente ao calendário de execução da segunda fase do metro e continuamos a trabalhar para lançarmos o concurso logo que haja condições", avança Ricardo Fonseca, admitindo que isso possa acontecer ainda este ano.
02.06.2010 - Informação in "Net Centro"
Tribunal de Contas arrasa contas da empresa e aponta o dedo ao Estado, que não cumpre as indemnizações devidas
A situação financeira da Metro do Porto (MP) é calamitosa, mas o Estado tem muitas culpas no cartório. Segundo a auditoria do Tribunal de Contas (TC), ontem divulgado, o Estado tem atribuído à empresa indemnizações compensatórias tardiamente e muito aquém do necessário para fazer frente aos défices de exploração.
Os tarifários praticados pelo MP, balizados pelo Estado, são insuficientes para cobrir os custos de funcionamento do metro ligeiro, daí resultando défices anuais de exploração que não são compensados pelas indemnizações atribuídas. Isto obriga a empresa a recorrer de forma sistemática ao endividamento para fazer frente à operação. Em 2007, as indemnizações compensatórias do Estado ao Metro do Porto foram de 10,7 milhões de euros, o valor mais alto de sempre, e só cobriram 11,2% do défice operacional do ano. Consequentemente, a exploração do sistema tem tido resultados operacionais cada vez mais negativos, com o défice operacional acumulado entre 2003 e 2007 a chegar a 243,4 milhões de euros.
Insustentável Para o TC, a Metro do Porto apresenta "uma preocupante situação deficitária", constituindo-se como empresa "descapitalizada que regista um crescimento exacerbado da dívida". Por este caminho, diz o TC, a situação económica e financeira pode tornar-se "insustentável". O facto de a construção e o funcionamento do metro assentarem sobretudo no endividamento é uma das explicações propostas pelo TC, para quem o recurso à dívida "deve ser contido dentro de limites razoáveis e comportáveis" para não pôr em causa "os parâmetros de qualidade" do serviço. O TC revela que entre 2003 e 2007 a Metro do Porto tinha acumulado resultados líquidos negativos de 402,7 milhões. Excluindo prestações relativas a subsídios ao investimento, em 2007 a empresa "estava em falência técnica, consequência da perda total do capital próprio - que era superior a 401 milhões. A conclusão do TC é clara: em 2007 a Metro do Porto "já havia perdido o seu capital social mais de 80 vezes".
Segundo a auditoria, "a empresa, com a anuência dos accionistas, contabilizou incorrectamente subsídios ao investimento, o que empolou o capital próprio, mantendo-o artificialmente positivo até 2007". O passivo remunerado da MP totalizava em 2007 1,6 mil milhões de euros, 1,2 mil milhões dos quais respeitantes a endividamento bancário de médio e longo prazo - o que levou a que os custos com o financiamento chegassem a 217,6 milhões.
Subconcessões Ontem, o presidente da Metro do Porto adiantou que terão de ser tomadas decisões para recuperar a empresa, dizendo, no entanto, não estar em condições de divulgar propostas. No dia em que foi à Câmara do Porto apresentar a segunda fase das obras (que inclui ligações a Vila d'Este, em Gaia, e a S. Mamede de Infesta, em Matosinhos, a linha do Campo Alegre e Valbom, em Gondomar), Ricardo Fonseca admitiu que a subconcessão destas linhas é um dos caminhos para conter o endividamento. Apesar da crise e dos cortes que o governo tem promovido, "não temos qualquer sinal de alteração relativamente ao calendário de execução da segunda fase do metro e continuamos a trabalhar para lançarmos o concurso logo que haja condições", avança Ricardo Fonseca, admitindo que isso possa acontecer ainda este ano.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Pilares da Economia Portuguesa
domingo, 23 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Uma das várias bombas relógio nos mercados financeiros...
"O Dubai World acordou hoje a restruturação de $23.5 mil milhões de dívida, acordo alcançado entre o comité de coordenação que representa os credores (os principais bancos representam cerca de 60%) e o Governo do Dubai." in Millennium investment banking.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
Aumento do preço da água é "inevitável e necessário"
Notícia de hoje no BPI
15/05/2010
A ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, afirmou hoje em Oliveira do Hospital que “o preço da água ao consumidor vai ter que subir”, um aumento que considera “inevitável e necessário”. Dulce Pássaro encerrou a quarta edição da Conferencia “Aquanostra - Água e Ambiente uma Cumplicidade Conveniente”, promovida pelos Clubes Rotários da Beira Serra que decorreu hoje em Oliveira do Hospital.
A ministra do Ambiente referiu que, “perante a lei, os municípios podem sempre subsidiar o preço da água”, sendo que a Constituição da República assim o determina, mas considera que “esta não será uma boa prática”.
“Este é um tema muito polémico”, disse a ministra, adiantando que a Entidade Reguladora das Águas e Resíduos “já fez uma recomendação para calcular o preço com base num modelo único”.
Sobre este tema, Dulce Pássaro, alertou os municípios para que “acautelem situações de especial dificuldade económica e também as famílias numerosas”, estabelecendo tarifas especiais para estas situações.
Francisco Ferreira, da Quercus, também orador neste colóquio, corrobora a opinião da ministra, afirmando que “é necessário explicar aos portugueses que a água que consumimos está barata” e que esta situação leva ao desperdício.
João Pedro Rodrigues, presidente da empresa Águas do Zêzere e Côa (AZC), outro dos oradores, salientou a necessidade de serem criados “mecanismos de solidariedade em relação ao interior do país” e exemplificou com o custo do metro cúbico de água em Lisboa (1,7 euros) comparado com o custo na região abrangida por esta empresa que “ronda os 4,7 euros”.
João Pedro Rodrigues disse, no entanto, que o preço de produção de água pe la AZC “irá baixar por razões técnicas e de diminuição do investimento em infraestruturas”.
Dulce Pássaro abordou também o Plano Nacional de Construção de Barragens (PNCB), afirmando que “existe algum consenso sobre ele” e que é “na globalidade muito positivo para o país”.
“O PNCB tem alguns impactes ambientais, mas estes serão atenuados por mecanismos de compensação”, afirmou a ministra.
Dulce Pássaro referiu também a importância do novo Polis para os rios que “terá uma abordagem integrada, replicando o que foi feito para o Polis das cidades” e que, segundo afirmou, “irá permitir a requalificação de muitos cursos de água em todo o país”.
Questionada pela Lusa sobre o impacto no seu ministério das medidas de austeridade recentemente anunciadas pelo Governo, Dulce Pássaro afirmou que estas “não vão ter grande impacto, pois a maioria dos projectos são prioritários e são sobretudo financiados pelo Quadro de Referencia Estratégica Nacional”.
A ministra do Ambiente referiu que, “perante a lei, os municípios podem sempre subsidiar o preço da água”, sendo que a Constituição da República assim o determina, mas considera que “esta não será uma boa prática”.
“Este é um tema muito polémico”, disse a ministra, adiantando que a Entidade Reguladora das Águas e Resíduos “já fez uma recomendação para calcular o preço com base num modelo único”.
Sobre este tema, Dulce Pássaro, alertou os municípios para que “acautelem situações de especial dificuldade económica e também as famílias numerosas”, estabelecendo tarifas especiais para estas situações.
Francisco Ferreira, da Quercus, também orador neste colóquio, corrobora a opinião da ministra, afirmando que “é necessário explicar aos portugueses que a água que consumimos está barata” e que esta situação leva ao desperdício.
João Pedro Rodrigues, presidente da empresa Águas do Zêzere e Côa (AZC), outro dos oradores, salientou a necessidade de serem criados “mecanismos de solidariedade em relação ao interior do país” e exemplificou com o custo do metro cúbico de água em Lisboa (1,7 euros) comparado com o custo na região abrangida por esta empresa que “ronda os 4,7 euros”.
João Pedro Rodrigues disse, no entanto, que o preço de produção de água pe la AZC “irá baixar por razões técnicas e de diminuição do investimento em infraestruturas”.
Dulce Pássaro abordou também o Plano Nacional de Construção de Barragens (PNCB), afirmando que “existe algum consenso sobre ele” e que é “na globalidade muito positivo para o país”.
“O PNCB tem alguns impactes ambientais, mas estes serão atenuados por mecanismos de compensação”, afirmou a ministra.
Dulce Pássaro referiu também a importância do novo Polis para os rios que “terá uma abordagem integrada, replicando o que foi feito para o Polis das cidades” e que, segundo afirmou, “irá permitir a requalificação de muitos cursos de água em todo o país”.
Questionada pela Lusa sobre o impacto no seu ministério das medidas de austeridade recentemente anunciadas pelo Governo, Dulce Pássaro afirmou que estas “não vão ter grande impacto, pois a maioria dos projectos são prioritários e são sobretudo financiados pelo Quadro de Referencia Estratégica Nacional”.
domingo, 9 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
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