segunda-feira, 14 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Défice 9,4%? O verdadeiro monstro é bem maior...
02.06.2010 - Informação in "Net Centro"
Tribunal de Contas arrasa contas da empresa e aponta o dedo ao Estado, que não cumpre as indemnizações devidas
A situação financeira da Metro do Porto (MP) é calamitosa, mas o Estado tem muitas culpas no cartório. Segundo a auditoria do Tribunal de Contas (TC), ontem divulgado, o Estado tem atribuído à empresa indemnizações compensatórias tardiamente e muito aquém do necessário para fazer frente aos défices de exploração.
Os tarifários praticados pelo MP, balizados pelo Estado, são insuficientes para cobrir os custos de funcionamento do metro ligeiro, daí resultando défices anuais de exploração que não são compensados pelas indemnizações atribuídas. Isto obriga a empresa a recorrer de forma sistemática ao endividamento para fazer frente à operação. Em 2007, as indemnizações compensatórias do Estado ao Metro do Porto foram de 10,7 milhões de euros, o valor mais alto de sempre, e só cobriram 11,2% do défice operacional do ano. Consequentemente, a exploração do sistema tem tido resultados operacionais cada vez mais negativos, com o défice operacional acumulado entre 2003 e 2007 a chegar a 243,4 milhões de euros.
Insustentável Para o TC, a Metro do Porto apresenta "uma preocupante situação deficitária", constituindo-se como empresa "descapitalizada que regista um crescimento exacerbado da dívida". Por este caminho, diz o TC, a situação económica e financeira pode tornar-se "insustentável". O facto de a construção e o funcionamento do metro assentarem sobretudo no endividamento é uma das explicações propostas pelo TC, para quem o recurso à dívida "deve ser contido dentro de limites razoáveis e comportáveis" para não pôr em causa "os parâmetros de qualidade" do serviço. O TC revela que entre 2003 e 2007 a Metro do Porto tinha acumulado resultados líquidos negativos de 402,7 milhões. Excluindo prestações relativas a subsídios ao investimento, em 2007 a empresa "estava em falência técnica, consequência da perda total do capital próprio - que era superior a 401 milhões. A conclusão do TC é clara: em 2007 a Metro do Porto "já havia perdido o seu capital social mais de 80 vezes".
Segundo a auditoria, "a empresa, com a anuência dos accionistas, contabilizou incorrectamente subsídios ao investimento, o que empolou o capital próprio, mantendo-o artificialmente positivo até 2007". O passivo remunerado da MP totalizava em 2007 1,6 mil milhões de euros, 1,2 mil milhões dos quais respeitantes a endividamento bancário de médio e longo prazo - o que levou a que os custos com o financiamento chegassem a 217,6 milhões.
Subconcessões Ontem, o presidente da Metro do Porto adiantou que terão de ser tomadas decisões para recuperar a empresa, dizendo, no entanto, não estar em condições de divulgar propostas. No dia em que foi à Câmara do Porto apresentar a segunda fase das obras (que inclui ligações a Vila d'Este, em Gaia, e a S. Mamede de Infesta, em Matosinhos, a linha do Campo Alegre e Valbom, em Gondomar), Ricardo Fonseca admitiu que a subconcessão destas linhas é um dos caminhos para conter o endividamento. Apesar da crise e dos cortes que o governo tem promovido, "não temos qualquer sinal de alteração relativamente ao calendário de execução da segunda fase do metro e continuamos a trabalhar para lançarmos o concurso logo que haja condições", avança Ricardo Fonseca, admitindo que isso possa acontecer ainda este ano.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Pilares da Economia Portuguesa
domingo, 23 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Uma das várias bombas relógio nos mercados financeiros...
segunda-feira, 17 de maio de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
Aumento do preço da água é "inevitável e necessário"
A ministra do Ambiente referiu que, “perante a lei, os municípios podem sempre subsidiar o preço da água”, sendo que a Constituição da República assim o determina, mas considera que “esta não será uma boa prática”.
“Este é um tema muito polémico”, disse a ministra, adiantando que a Entidade Reguladora das Águas e Resíduos “já fez uma recomendação para calcular o preço com base num modelo único”.
Sobre este tema, Dulce Pássaro, alertou os municípios para que “acautelem situações de especial dificuldade económica e também as famílias numerosas”, estabelecendo tarifas especiais para estas situações.
Francisco Ferreira, da Quercus, também orador neste colóquio, corrobora a opinião da ministra, afirmando que “é necessário explicar aos portugueses que a água que consumimos está barata” e que esta situação leva ao desperdício.
João Pedro Rodrigues, presidente da empresa Águas do Zêzere e Côa (AZC), outro dos oradores, salientou a necessidade de serem criados “mecanismos de solidariedade em relação ao interior do país” e exemplificou com o custo do metro cúbico de água em Lisboa (1,7 euros) comparado com o custo na região abrangida por esta empresa que “ronda os 4,7 euros”.
João Pedro Rodrigues disse, no entanto, que o preço de produção de água pe la AZC “irá baixar por razões técnicas e de diminuição do investimento em infraestruturas”.
Dulce Pássaro abordou também o Plano Nacional de Construção de Barragens (PNCB), afirmando que “existe algum consenso sobre ele” e que é “na globalidade muito positivo para o país”.
“O PNCB tem alguns impactes ambientais, mas estes serão atenuados por mecanismos de compensação”, afirmou a ministra.
Dulce Pássaro referiu também a importância do novo Polis para os rios que “terá uma abordagem integrada, replicando o que foi feito para o Polis das cidades” e que, segundo afirmou, “irá permitir a requalificação de muitos cursos de água em todo o país”.
Questionada pela Lusa sobre o impacto no seu ministério das medidas de austeridade recentemente anunciadas pelo Governo, Dulce Pássaro afirmou que estas “não vão ter grande impacto, pois a maioria dos projectos são prioritários e são sobretudo financiados pelo Quadro de Referencia Estratégica Nacional”.
domingo, 9 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Heroes & Saints de Nikolaj Grandjean
segunda-feira, 26 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Serra da Estrela - Belíssima
segunda-feira, 5 de abril de 2010
BTT ao melhor nível mundial
quarta-feira, 31 de março de 2010
Guerra nas Estradas - TAC 2009 Campaign TV ad - 20 Anniversary retrospective montage "Everybody Hurts" music by REM
Não obstante a evolução positiva na sinistralidade rodoviária, continua a ser dramática a quantidade de acidentes que ocorre nas estradas portuguesas. E isso verificou-se novamente no passado fim-de-semana. Daí, aqui deixar este vídeo de alerta, mas cuja visualização desaconselho às pessoas mais sensíveis.
YouTube - TAC 2009 Campaign TV ad - 20 Anniversary retrospective montage "Everybody Hurts" music by REM
segunda-feira, 29 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Rui Pedro Soares recebe 1,5 milhões de euros da PT!!!
http://aeiou.visao.pt/rui-pedro-soares-recebe-15-milhoes-de-euros-da-pt=f551941
A escandalosa realidade do nosso País.
domingo, 14 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Ainda o negócio da PT / Media Capital
Henrique Granadeiro, Presidente da Portugal Telecom afirmou na Comissão Parlamentar de Inquérito que a compra de 30 a 33% da Media Capital "era um pequeno negócio" para a PT. Tanta barafunda pela bagatela de cento e tal milhões de euros (digo eu)! Cioso da importância das suas funções, acrescentou que "não vejo obrigação para informar o Estado ou outro accionista qualificado". Referiu também que “na PT só é habitual discutir-se aquilo que vamos fazer e não o que não se faz". Curioso que, para fazer o negócio, Henrique Granadeiro entendeu que não tinha qualquer obrigação ou necessidade de informar o Estado. Mas porque não o fez, já se sentiu obrigado a, em 25 de Junho de 2009, comunicá-lo ao Primeiro-ministro. Um exercício notável de raciocínio lógico.




